TIRO E QUEDA CAP. 6

CAPITULO 6
APARTAMENTO DE SUZANA
Suzana chega da empresa e vai para o banho.Alguém entra no seu apartamento.
Suzana: Você aqui?
Sem responder a pessoa atira três vezes contra Suzana que cai morta.
MANSÃO DOS MARTINS
Ana chega em casa.
Juliana: Onde a senhora estava mamãe?
Ana: Eu saí da empresa e fui fazer uma visita a Martiniana, ela está doente. O Paulo já chegou?
Juliano: Já. Tá lá em cima.
O telefone toca. Juliana atende.
Juliana: Oi... o que? Assassinada?... ta eu vou dizer a mamãe.
Ana: o que aconteceu?
Juliana: A Suzana foi encontrada morta dentro do apartamento.
Nesse momento Paulo descia as escadas.
Ana: O que?
Paula: A Suzana foi assassinada? Não pode ser!
Juliana: O corpo foi levado para o IML.
Ana: Vamos agora mesmo.
IML
Quando chegaram ao IML Pedro e Otávio já estavam lá.
Ana: Ela foi assassinada...
Otávio: Foi morta no banheiro do apartamento.
Otávio sussurra ao ouvido de Ana.
Otávio: Foi você não foi?
Ana não responde e se afasta.
O Delegado chega.
Delegado Junqueira: Ana Martins. Prazer em revê-la. Eu cuidei do caso do assassinato do seu marido. Lembra-se de mim?
Ana: Claro. O senhor já começou as investigações do assassinato da Suzana?
Delegado Junqueira: Mandei para perícia uma carta de baralho que o assassino deixou junto ao corpo da vítima. O rei de copas.
Ana: Mas o que significa isso?
Delegado Junqueira: Possivelmente um a marca do assassinato. Ele pode voltar a agir.
Otávio e Pedro se entreolham.
Otávio: Os pais da Suzana já estão vindo. Eles moram em Campos.
Ana: Bom, eu vou para casa, mas eu peço que me mantenham informada. Com licença.
QUARTO DE ANA- MANSÃO DOS MARTINS
Ana e Paulo chegam.
Paulo: Você tem alguma relação com isso Ana?
Ana: Você ta louco? Bebeu?
Paulo: A Suzana sabia muito sobre você. Ela viu você...
Ana: Esquece isso! Eu não tenho nada haver com isso. E não se fala mais nesse assunto.
APARTAMENTO DE OTÁVIO
Otávio, Luiz e Pedro conversam.
Otávio: Vocês acham que a Ana ta envolvida nisso?
Luiz: Eu não sei. Acho que ela não se arriscaria a esse ponto.
Pedro: Então quem foi? Quem é o assassino?
Otávio: Não sei. Mas esse é o caso de nós nos prevenirmos.
Pedro: Mas pode ser que a morte da Suzana não esteja ligada a morte do Carlos.
Luiz: Ele tem razão.
Otávio: De qualquer maneiro temos que ficar de olho na Ana e no Paulo.
MANSÃO DOS MARTINS
Juliana: Pobre Suzana... morrer assim tão jovem. Eu tenho pra mim que foi alguma tentativa de assalto.
Ana: Hoje em dia nem dentro da nossa própria casa não temos mais segurança.
Juliana: É mesmo viu. A senhora vai para o velório da Suzana?
Ana: Claro que irei. Ela era uma grande amiga.
ENQUANTO ISSO...
No quarto, Mateus e Beatriz discutem.
Mateus: Onde você tava... soube que passou o dia todo fora?
Beatriz: Isso é problema meu.
Mateus: Eu sou seu marido.
Beatriz: Mas não é meu dono! Eu não te devo satisfação do que eu faço nem para onde eu vou.
Mateus: Você tem um amante! Você ta me traindo!
Beatriz: Você ta louco?
Mateus: Então me diz onde você passou o dia.
Beatriz: Eu fui fazer umas compras! Tá bom pra você?
Mateus: Tá certo. Você vai descer para jantar?
Beatriz: Não. Tô morrendo de dor de cabeça.
Mateus sai. A empregada Lurdes, que ouviu toda a discussão entra no quarto.
Lurdes: A chapa ta esquentando hein Beatriz?
Beatriz: Sai do meu quarto sua idiota!
Lurdes: Opa... olha como fala comigo hein sua perua indigesta!
Beatriz: O que você quer afinal?
Lurdes: Eu tô precisando de uma grana. E como eu tô fazendo um grande favor é hora de a senhora me retribuir.
Beatriz: Quanto você quer?
Lurdes: 10 mil.
Beatriz: Tá certo. Eu te dou. Amanhã. Agora sai.
Lurdes sai.
Beatriz: Droga de vida!
Ela pega o celular e liga para Ricardo.
Beatriz: Onde você ta?... na balada?...me encontra lugar de sempre tô precisando muito de você... ta certo...beijos!
Beatriz se arruma.
Mateus: Pra onde você vai?
Beatriz: Se encontrar com algumas amigas. Vamos ao cinema.
Mateus: E a dor de cabeça?
Beatriz: Passou.
Beatriz sai. Mateus resolve segui-la.
Beatriz segue em seu carro em direção ao motel e não percebe que está sendo seguida por Mateus.
Beatriz chega o motel.
Mateus: Não pode ser... ela ta entrando num motel! Cachorra! Eu vou acabar com a festa dela!
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