Quadrilha do golpe da casa própria tinha até falsa agência bancária
A Polícia descobriu que a quadrilha que praticava o golpe da casa própria em São Paulo tinha até uma falsa agência bancária para receber o pagamento das prestações dos clientes. O posto de arrecadação simulava um guichê de banco e tinha cartazes e materiais com o logo da Caixa Econômica. As informações foram passadas pelas vítimas para a polícia e divulgadas pelo Jornal da Record nesta terça-feira (20).
A quadrilha vendia casas populares em falsos empreendimentos na zona leste da capital. A reportagem do JR mostra dessa vez a principal mentora do falso projeto habitacional, Maria Aparecida Nazaré, em uma excursão com mais de 300 pessoas para mostrar os terrenos onde as casas seriam construídas. Ela tenta justificar a invasão da propriedade terreno dizendo que conhece a proprietária.
- Eu não preciso mentir, o terreno é de propriedade da doutora Zelda, que está aqui presente. E tem contrato de opção de compra e venda, onde eu tenho a liberdade pra visitar com as famílias.
De acordo com as informações divulgadas pelo JR, Zelda não é proprietária do terreno, mas sim uma corretora de imóveis.
A investigação da polícia descobriu que a quadrilha do golpe da casa própria funcionava como uma empresa. Até agora, nove pessoas foram indiciadas, entre elas, a mentora do falso projeto e os dois filhos que organizavam reuniões com possíveis compradores. A suspeita é de que a quadrilha movimentava entre R$ 70 mil e R$ 100 mil reais por mês.
A polícia já foi procurada por 300 pessoas que se dizem vítimas do golpe da casa própria.
- Eu não preciso mentir, o terreno é de propriedade da doutora Zelda, que está aqui presente. E tem contrato de opção de compra e venda, onde eu tenho a liberdade pra visitar com as famílias.
De acordo com as informações divulgadas pelo JR, Zelda não é proprietária do terreno, mas sim uma corretora de imóveis.
A investigação da polícia descobriu que a quadrilha do golpe da casa própria funcionava como uma empresa. Até agora, nove pessoas foram indiciadas, entre elas, a mentora do falso projeto e os dois filhos que organizavam reuniões com possíveis compradores. A suspeita é de que a quadrilha movimentava entre R$ 70 mil e R$ 100 mil reais por mês.
A polícia já foi procurada por 300 pessoas que se dizem vítimas do golpe da casa própria.
Comentários