REPORTAGEM ESPECIAL: O martirio do Rio de Janeiro
Foram contabilizadas 102 mortes devido as chuvas que assolam o Rio de Janeiro há dois dias. O pedido das autoridades local é de que só se saia de casa em caso de extrema necessidade, caso contrário que se permaneça em casa. A manhã de quarta-feira amanheceu repleta de carros e ônibus que foram abandonados durante a enchente. A cidade inteira está coberta de lama e lixo. A chuva ainda continua, porém com menos intensidade.
A pergunta que todos se fazem é porque tanta chuva no Rio em tão pouco tempo? Para especialistas, uma das respostas seria a posição geográfica da cidade, outra, os problemas estruturais de uma cidade de 10 milhões de habitantes que não estava preparada para tal situação.O solo dos morros não é poroso, então a água bate e desce, levando com ela as encostas provocando desmoronamentos. Além disso, o subsolo do Rio é um emaranhado de rios que quando chove dessa forma, saltam para a superfície . Há uma chuva dessa grandeza foi há 40 anos atrás e de lá para cá nada foi feito para enfrentar essa dificuldade quanto a força da natureza.
Não há drenagem artificial ou natural para absorver a água que conta com a ajuda de bueiros entupidos pelo lixo para inundar tudo a sua volta.
A isso se coloca ainda o descaso das autoridades que permitiram o aparecimento de mais de mil favelas que destruiram a vegetação da encosta dos morros que evitariam os deslizamentos.
A falta de uma politica habitacional fez com que pessoas vindas do norte-nordeste do país atrás de emprego e uma vida melhor se amontoassem nessas favelas sem uma condição mais digna de vida.
Só nos últimos dois anos seis favelas tiveram a ação da polícia pacificadora, que expulsou o tráfico do local, porém nada foi feito pelo resto, já que a estrutura da comunidade ainda é precária e a desvastação da vegetação das encostas ainda existe, o que pode num futuro próximo provocar deslizamentos e uma tragédia muito grande.
Em meio a esse Rio desolado pelas águas surgiram alguns consolos. O prefeito da cidade Eduardo Paes, que durante o caos atuou, comandou e viu de perto o caos.Eduardo Paes se mostrou um estadista como poucos sendo ousado e corajoso. Ele estava governando e zelando pela cidade enquanto os cariocas se perguntavam onde estava o governo estadual. Outro consolo foi a solidariedade dos cariocas, uns com os outros. Cidadãos comuns arriscaram suas vidas para salvar pessoas desconhecidas como se fossem da própria família, além disso todos estão nas ruas ajudando a prefeitura a tirar a lama e o lixo num exemplo ímpar de civismo e responsabilidade públlica.
A pergunta que todos se fazem é porque tanta chuva no Rio em tão pouco tempo? Para especialistas, uma das respostas seria a posição geográfica da cidade, outra, os problemas estruturais de uma cidade de 10 milhões de habitantes que não estava preparada para tal situação.O solo dos morros não é poroso, então a água bate e desce, levando com ela as encostas provocando desmoronamentos. Além disso, o subsolo do Rio é um emaranhado de rios que quando chove dessa forma, saltam para a superfície . Há uma chuva dessa grandeza foi há 40 anos atrás e de lá para cá nada foi feito para enfrentar essa dificuldade quanto a força da natureza.
Não há drenagem artificial ou natural para absorver a água que conta com a ajuda de bueiros entupidos pelo lixo para inundar tudo a sua volta.
A isso se coloca ainda o descaso das autoridades que permitiram o aparecimento de mais de mil favelas que destruiram a vegetação da encosta dos morros que evitariam os deslizamentos.
A falta de uma politica habitacional fez com que pessoas vindas do norte-nordeste do país atrás de emprego e uma vida melhor se amontoassem nessas favelas sem uma condição mais digna de vida.
Só nos últimos dois anos seis favelas tiveram a ação da polícia pacificadora, que expulsou o tráfico do local, porém nada foi feito pelo resto, já que a estrutura da comunidade ainda é precária e a desvastação da vegetação das encostas ainda existe, o que pode num futuro próximo provocar deslizamentos e uma tragédia muito grande.
Em meio a esse Rio desolado pelas águas surgiram alguns consolos. O prefeito da cidade Eduardo Paes, que durante o caos atuou, comandou e viu de perto o caos.Eduardo Paes se mostrou um estadista como poucos sendo ousado e corajoso. Ele estava governando e zelando pela cidade enquanto os cariocas se perguntavam onde estava o governo estadual. Outro consolo foi a solidariedade dos cariocas, uns com os outros. Cidadãos comuns arriscaram suas vidas para salvar pessoas desconhecidas como se fossem da própria família, além disso todos estão nas ruas ajudando a prefeitura a tirar a lama e o lixo num exemplo ímpar de civismo e responsabilidade públlica.
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