Arrastado pelo tsunami no Japão, homem sobrevive dois dias no mar agarrado a um pedaço do telhado
Um homem de 60 anos foi socorrido neste domingo a 15 km da costa nordeste do Japão, depois de ter permanecido dois dias agarrado a um pedaço do telhado de sua casa, arrastada pelo tsunami, informou o ministério da Defesa.
Hiromitsu Shinkawa foi resgatado por um destróier da marinha japonesa em alto mar, em frente ao litoral de Fukushima às 12h40 (horário local), precisou o ministério.
Foi levado de helicóptero ao hospital, e "passa bem".
Segundo a agência de notícias Jiji, Hiromitsu, morador da cidade de Minamisoma, contou que "começou a correr quando ouviu o alerta de tsunami", mas "voltou para trás para recuperar algo em casa e foi levado pelas águas".
Hiromitsu Shinkawa foi resgatado por um destróier da marinha japonesa em alto mar, em frente ao litoral de Fukushima às 12h40 (horário local), precisou o ministério.
Foi levado de helicóptero ao hospital, e "passa bem".
Segundo a agência de notícias Jiji, Hiromitsu, morador da cidade de Minamisoma, contou que "começou a correr quando ouviu o alerta de tsunami", mas "voltou para trás para recuperar algo em casa e foi levado pelas águas".
Terremoto desloca o Japão quase 2,5 metros
O terremoto de sexta-feira no Japão pode ter deslocado a ilha 2,4 metros, anunciou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
"Oito pés (2,4 metros) é um número importante", disse o sismólogo Paul Earle à AFP.
O sismo de magnitude 8,9, o mais potente registrado até agora no Japão, e o tsunami que se seguiu deixaram mais de 3.000 mortos e desaparecidos, segundo contagem provisória da polícia e da AFP.
Segundo o Instituto, a placa do Pacífico se ajusta anualmente cerca de 83 mm, mas um terremoto de grande magnitude pode movê-la consideravelmente, com consequências catastróficas.
"Oito pés (2,4 metros) é um número importante", disse o sismólogo Paul Earle à AFP.
O sismo de magnitude 8,9, o mais potente registrado até agora no Japão, e o tsunami que se seguiu deixaram mais de 3.000 mortos e desaparecidos, segundo contagem provisória da polícia e da AFP.
Segundo o Instituto, a placa do Pacífico se ajusta anualmente cerca de 83 mm, mas um terremoto de grande magnitude pode movê-la consideravelmente, com consequências catastróficas.
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