RIO: Médicos retiram sedação de professora ferida por pedrada

Os medicamentos que mantinham sedada a professora de educação física Ciléia Cordeiro, de 27 anos, atingida no rosto por um bloco de concreto numa tentativa de assalto na Linha Amarela, no Rio, no dia 5 de setembro, foram suspensos e ela deve sair do coma induzido.
Segundo a assessoria de imprensa do Hospital Barra D'Or, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, onde Ciléia está internada, foi realizada uma traqueostomia, procedimento que dará à professora uma respiração mecânica prolongada.
Ainda de acordo com a assessoria do hospital, ela passará por uma avaliação neurológica.
Marido pediu justiça
O marido da jovem, Marcos Cordeiro, que também é professor de educação física, contou que a mulher estava saindo da Barra da Tijuca, indo visitar a irmã em Macaé, no Norte Fluminense, quando tudo aconteceu.
“Eram 7 da manhã. Soube praticamente na hora. No carro havia um casal amigo e ele estava no telefone com outro amigo em comum. Ele ouviu gritos e palavras como assalto, pedra, e a gente foi correndo para lá”, lembra ele.
Ao ver que a professora havia sido ferida, o amigo que estava no banco do carona segurou o volante e conseguiu levar o carro até um ponto mais à frente, evitando um acidente.
De acordo com a polícia, o pedaço de concreto jogado parecia com um resto de obra.
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