Até que enfim....Dono de loja de fogos se apresenta à delegacia de Santo André (SP)
Sandro Luiz Castellani, 40, dono da loja de fogos de artifício que explodiu em Santo André (Grande São Paulo), na quinta-feira, apresentou-se nesta segunda-feira (28) no 3º Distrito Policial de Santo André (Vila Pires). Ele era procurado desde o dia da explosão, que matou duas pessoas e deixou 12 feridos, mas não era considerado foragido. Segundo o delegado Alberto José Mesquita Alves, titular do 3º DP, ele foi chamado para averiguação.
O delegado estuda se vai entrar com um pedido de prisão. De acordo com ele, o inquérito foi registrado por crime de explosão. O responsável será indiciado e pode responder na Justiça pelas consequências e danos de lesões decorrentes do acidente. A polícia também deve definir se o crime é culposo (sem intenção) ou doloso (com intenção).
Em depoimento à Polícia Civil na sexta-feira (25), a mãe de Castellani, Sônia Maria Castellani, 63, negou que havia uma fábrica clandestina no local.
A loja explodiu por volta das 12h30 da quinta (24) na rua Américo Guazelli. Até o momento, 12 pessoas foram ouvidas no inquérito. O laudo que deve apontar as razões da explosão deve ficar pronto em 30 dias.
Encerrado o trabalho da perícia, o diretor do Instituto de Criminalística, Nelson Gonçalves, afirmou que três equipes já trabalham com o material recolhido da área atingida. São cerca de 40 caminhões de escombros.
A perícia já finalizou a avaliação estrutural das casas atingidas. Quatro delas estão inabitáveis. Três já foram demolidas e mais uma será derrubada. Segundo o tenente João Batista Camargo, diretor da Defesa Civil de Santo André, 30 casas foram isoladas ontem e cerca de 100 pessoas tiveram que deixar suas moradias.
O Ministério Público também instaurou procedimentos para investigar a explosão, por meio da Promotoria de Justiça do município. A apuração será no âmbito criminal e na esfera cível. O MP também apura a concessão de licença de funcionamento do estabelecimento em área residencial e se houve fiscalização do imóvel. Os responsáveis podem responder por danos ambientais, materiais e pelas duas mortes.
A loja que explodiu estava sem permissão para vender fogos de artifício, segundo informou a prefeitura. O alvará de comercialização do estabelecimento foi cassado no último dia 14 de setembro porque a loja não apresentou um documento exigido para a renovação: o laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros.
Os bombeiros afirmam ter encontrado pólvora e grande quantidade de matéria-prima para fazer bombas e fogos no local. Segundo a Polícia Civil, o dono da loja chegou a ser preso em flagrante em 2002 por posse ilegal de explosivos, mas o caso foi arquivado pela Justiça.
O delegado estuda se vai entrar com um pedido de prisão. De acordo com ele, o inquérito foi registrado por crime de explosão. O responsável será indiciado e pode responder na Justiça pelas consequências e danos de lesões decorrentes do acidente. A polícia também deve definir se o crime é culposo (sem intenção) ou doloso (com intenção).
Em depoimento à Polícia Civil na sexta-feira (25), a mãe de Castellani, Sônia Maria Castellani, 63, negou que havia uma fábrica clandestina no local.
A loja explodiu por volta das 12h30 da quinta (24) na rua Américo Guazelli. Até o momento, 12 pessoas foram ouvidas no inquérito. O laudo que deve apontar as razões da explosão deve ficar pronto em 30 dias.
Encerrado o trabalho da perícia, o diretor do Instituto de Criminalística, Nelson Gonçalves, afirmou que três equipes já trabalham com o material recolhido da área atingida. São cerca de 40 caminhões de escombros.
A perícia já finalizou a avaliação estrutural das casas atingidas. Quatro delas estão inabitáveis. Três já foram demolidas e mais uma será derrubada. Segundo o tenente João Batista Camargo, diretor da Defesa Civil de Santo André, 30 casas foram isoladas ontem e cerca de 100 pessoas tiveram que deixar suas moradias.
O Ministério Público também instaurou procedimentos para investigar a explosão, por meio da Promotoria de Justiça do município. A apuração será no âmbito criminal e na esfera cível. O MP também apura a concessão de licença de funcionamento do estabelecimento em área residencial e se houve fiscalização do imóvel. Os responsáveis podem responder por danos ambientais, materiais e pelas duas mortes.
A loja que explodiu estava sem permissão para vender fogos de artifício, segundo informou a prefeitura. O alvará de comercialização do estabelecimento foi cassado no último dia 14 de setembro porque a loja não apresentou um documento exigido para a renovação: o laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros.
Os bombeiros afirmam ter encontrado pólvora e grande quantidade de matéria-prima para fazer bombas e fogos no local. Segundo a Polícia Civil, o dono da loja chegou a ser preso em flagrante em 2002 por posse ilegal de explosivos, mas o caso foi arquivado pela Justiça.
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