Patrícia Amorim diz que demitirá Bruno por justa causa
A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, disse nesta sexta-feira (16), em entrevista à Rede Record, que pretende demitir o goleiro Bruno por justa causa e processá-lo por perdas e danos. Segundo ela, a justificativa para isso é o fato de que o clube não quer o goleiro, acusado de ser o mandante do assassinato de sua ex-namorada, Eliza Samudio, como um modelo para o Flamengo.
- Nós estamos buscando uma rescisão com justa causa. Não dá para fingir que não aconteceu nada. Aconteceu. Estamos enfrentando isso com muita sabedoria, com calma, mas com a firmeza que a torcida rubro-negra, toda a nação rubro-negra e nossos parceiros, aí compreendidos torcida, patrocinadores e sócios, esperam.
Em uma entrevista à revista Época, a presidente afirmou que Bruno ganhava R$ 150 mil por mês e que o clube vai processar o goleiro por perdas e danos, devido aos malefícios que o caso trouxe à imagem do clube.
A presidente também disse que o Fla vai incluir em seus contratos com os jogadores uma cláusula comportamental. Se os atletas não seguirem os padrões da equipe, serão demitidos sem qualquer ônus para o Rubro-Negro. Neste ano, além da gravidade do caso Bruno, o time teve de conviver com as faltas e polêmicas de Adriano e a ida de Vagner Love a bailes funk ao lado de traficantes fortemente armados.
- Aqui, o Bruno não joga mais. Não dá. Desgastou demais a marca e a imagem do clube. E sua postura é inaceitável. Sempre teve reações intempestivas, assumiu a posição de capitão como se pudesse mandar em todos, como se fosse o dono da verdade. Havia um descontrole sim. Xingava, chutava até a garrafinha do isotônico. Enquanto o Léo Moura saía do campo chorando e outro jogador saía de cabeça baixa, ele saía chutando muito o portão no vestiário.
Patrícia Amorim também disse que os “bad boys” do Flamengo atual são bem piores aos da década de 90, Edmundo e Romário, pois a malandragem do passado virou violência atualmente.
- Em 1994, por exemplo, o Flamengo tinha outro tipo de bad boy. Era mais malandragem, menos violência. Olha como as coisas pioraram. Antes, eles tinham um monte de mulheres, faziam filhos fora do casamento, mas pelo menos eles assumiam os filhos. Os clubes e a estrutura do futebol não se preocuparam com esses desvios e isso passou a fazer parte do contexto. A coisa tomou outro vulto agora. Esse universo deles inclui agredir mulheres e dar essas festas inacreditáveis, até com jumentos e anões. Em vez de jogadores, passaram a ser celebridades. Quem é a referência do Flamengo hoje?
- Nós estamos buscando uma rescisão com justa causa. Não dá para fingir que não aconteceu nada. Aconteceu. Estamos enfrentando isso com muita sabedoria, com calma, mas com a firmeza que a torcida rubro-negra, toda a nação rubro-negra e nossos parceiros, aí compreendidos torcida, patrocinadores e sócios, esperam.
Em uma entrevista à revista Época, a presidente afirmou que Bruno ganhava R$ 150 mil por mês e que o clube vai processar o goleiro por perdas e danos, devido aos malefícios que o caso trouxe à imagem do clube.
A presidente também disse que o Fla vai incluir em seus contratos com os jogadores uma cláusula comportamental. Se os atletas não seguirem os padrões da equipe, serão demitidos sem qualquer ônus para o Rubro-Negro. Neste ano, além da gravidade do caso Bruno, o time teve de conviver com as faltas e polêmicas de Adriano e a ida de Vagner Love a bailes funk ao lado de traficantes fortemente armados.
- Aqui, o Bruno não joga mais. Não dá. Desgastou demais a marca e a imagem do clube. E sua postura é inaceitável. Sempre teve reações intempestivas, assumiu a posição de capitão como se pudesse mandar em todos, como se fosse o dono da verdade. Havia um descontrole sim. Xingava, chutava até a garrafinha do isotônico. Enquanto o Léo Moura saía do campo chorando e outro jogador saía de cabeça baixa, ele saía chutando muito o portão no vestiário.
Patrícia Amorim também disse que os “bad boys” do Flamengo atual são bem piores aos da década de 90, Edmundo e Romário, pois a malandragem do passado virou violência atualmente.
- Em 1994, por exemplo, o Flamengo tinha outro tipo de bad boy. Era mais malandragem, menos violência. Olha como as coisas pioraram. Antes, eles tinham um monte de mulheres, faziam filhos fora do casamento, mas pelo menos eles assumiam os filhos. Os clubes e a estrutura do futebol não se preocuparam com esses desvios e isso passou a fazer parte do contexto. A coisa tomou outro vulto agora. Esse universo deles inclui agredir mulheres e dar essas festas inacreditáveis, até com jumentos e anões. Em vez de jogadores, passaram a ser celebridades. Quem é a referência do Flamengo hoje?
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