Edgard Soares defende projeto de Guarulhos, mas aceita Itaquera para não ser “anticorintiano”

O sonhado “Fielzão” será mesmo em Itaquera, mas o projeto do vice-presidente de marketing do clube, Luis Paulo Rosenberg, aprovado por unanimidade pelo Cori (Conselho de Orientação) em reunião no Parque São Jorge na noite de quinta-feira (9) não é o dos sonhos de todos os conselheiros do Alvinegro.
Leia: Cori aprova Itaquera por unanimidade
Na saída da reunião, Edgard Soares, que apresentou uma proposta para construir a casa corintiana na divisa das cidades de São Paulo e Guarulhos (com apoio do Banif e do Bradesco), conversou com a reportagem e admitiu que não torcerá contra o sucesso de seus opositores por uma razão simples: não ser taxado de anticorintiano.
- Vou ficar contente de termos nosso estádio e, como o conselho deve mesmo referendar Itaquera, baterei palmas para o Andrés [Sanchez, presidente do clube] e para o projeto. Depois do estardalhaço que foi feito em cima de Itaquera, ficou irreversível qualquer situação e, se fizer alguma crítica, poderei ser considerado anticorintiano.
Mesmo cauteloso sobre o assunto, o conselheiro reiterou que a ideia apresentada por sua equipe seria a mais interessante para o Corinthians e o melhor para o bem-estar futuro do clube alvinegro.
- Como proposta, qualquer analista vê que a nossa é a melhor e não oferece nenhum risco para o Corinthians. O investidor compraria o terreno, construiria o estádio e o doaria ao Corinthians em troca de dez anos de naming rights e das cadeiras cativas. Pelo que li da proposta do Andrés [Sanchez, presidente], se a Odebrecht não conseguir arrecadar todo o dinheiro gasto com a venda do naming rights, o Corinthians terá que assumir o restante da dívida.
Edgar Soares explicou que são descabidas as afirmações de que os investidores de seu projeto queriam tomar conta de parte dos camarotes do novo estádio e que, por isso, sua proposta acabou sendo superada pela de Itaquera.
- Os camarotes nunca foram colocados para os investidores. Nunca. Tudo seria 100% do Corinthians: camarotes, lojas, restaurantes, estacionamentos. Os investidores ficariam apenas por dez anos com os naming rights e com as cativas, mas isso também era negociável, como em qualquer proposta de negócio.
Leia: Cori aprova Itaquera por unanimidade
Na saída da reunião, Edgard Soares, que apresentou uma proposta para construir a casa corintiana na divisa das cidades de São Paulo e Guarulhos (com apoio do Banif e do Bradesco), conversou com a reportagem e admitiu que não torcerá contra o sucesso de seus opositores por uma razão simples: não ser taxado de anticorintiano.
- Vou ficar contente de termos nosso estádio e, como o conselho deve mesmo referendar Itaquera, baterei palmas para o Andrés [Sanchez, presidente do clube] e para o projeto. Depois do estardalhaço que foi feito em cima de Itaquera, ficou irreversível qualquer situação e, se fizer alguma crítica, poderei ser considerado anticorintiano.
Mesmo cauteloso sobre o assunto, o conselheiro reiterou que a ideia apresentada por sua equipe seria a mais interessante para o Corinthians e o melhor para o bem-estar futuro do clube alvinegro.
- Como proposta, qualquer analista vê que a nossa é a melhor e não oferece nenhum risco para o Corinthians. O investidor compraria o terreno, construiria o estádio e o doaria ao Corinthians em troca de dez anos de naming rights e das cadeiras cativas. Pelo que li da proposta do Andrés [Sanchez, presidente], se a Odebrecht não conseguir arrecadar todo o dinheiro gasto com a venda do naming rights, o Corinthians terá que assumir o restante da dívida.
Edgar Soares explicou que são descabidas as afirmações de que os investidores de seu projeto queriam tomar conta de parte dos camarotes do novo estádio e que, por isso, sua proposta acabou sendo superada pela de Itaquera.
- Os camarotes nunca foram colocados para os investidores. Nunca. Tudo seria 100% do Corinthians: camarotes, lojas, restaurantes, estacionamentos. Os investidores ficariam apenas por dez anos com os naming rights e com as cativas, mas isso também era negociável, como em qualquer proposta de negócio.
Apesar de defender veementemente seu projeto e acrescentar que só participou da nova reunião a pedido do Cori, Edgard Soares deixou claro seu temor com relação às contas que chegarão no futuro.
- Nós fizemos um estudo detalhado e apresentamos tudo certinho, com as contas fechadas pelo investidor. O Corinthians não perderia o que tem em Itaquera e ainda agregaria mais um patrimônio ao clube, mas isso é uma questão da direção. Se optaram por lá [Itaquera], que assumam a responsabilidade.
- Nós fizemos um estudo detalhado e apresentamos tudo certinho, com as contas fechadas pelo investidor. O Corinthians não perderia o que tem em Itaquera e ainda agregaria mais um patrimônio ao clube, mas isso é uma questão da direção. Se optaram por lá [Itaquera], que assumam a responsabilidade.
FONTE: R7
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