REPORTAGEM ESPECIAL: Jogador de futebol, o sonho e o pesadelo
Nove em dez garotos no Brasil sonham em se jogadores de futebol, ganhar dinheiro, ajudar a familia, chegar a seleção... Mas será que jogar futebol profissionalmente tem todo esse glamour?
Romário, Edmundo, Mario Sergio, Leivinha, Pelé, Marcelinho Carioca, Raí, os nomes são muitos mas como é ser jogador no Brasil?
A vida nas quatro linhas pode ser o céu ou muitas vezes o inferno. Quem não sabe que Garrincha morreu alcoólatra e pobre? Paulo Cesar Caju que terminou a carreira na bebida e nas drogas?
Essa realidade talvez seja porque ao contrário do que acontece nos EUA, por exemplo, pra ser jogador os estudos ficam de lado e monstros como Ronaldo, sequer terminam o ensino médio.
A carreira de jogador de futebol leva as baladas, bebidas, drogas, mulheres e a falta de instrução o que deveria ser banido da carreira pelo bem da garotada que está entrando agora nesse sonho.
Muitos conseguiram se firmar na carreira, mas e a hora de parar?
Há um ditado no meio do futebol que diz que jogador morre duas vezes: quando para de jogar e quanto morre de verdade. Mario Sergio em entrevista chegou a dizer que é treinador de futebol não por que quer mas por que não tem opção.
Neto, craque corintiano e hoje comentarista na Band, disse a mulher quando foi indagado sobre o que iria fazer ao se aposentar e neto respondeu: "O que eu vou fazer agora? F***-se! De fome eu não vou morrer!
Neto sempre teve problemas com peso e contusões encerrando a carreira em 1999 aos 33 anos.
A droga também pôs fim a carreira de muitos craques. Maradona, Dinei (ex-Corinthians)
Caju, entrou nas drogas numa viagem de navio e passou 17 anos como usuário. Contou com a ajuda do amigo Cláudio Adão que se decepcionou com a recaída de Caju , que só parou com as drogas após dscutir com a mãe em certa ocasião e viu que o caminho era seu fim.
Dinei, entrou na cocaína aos 16 anos. Sua vida caiu em desgraça quando ao assinar um contrato com o Coritiba em 1996. Sua estreia seria no domingo contra o Juventude e durante uma festa de uma famosa marca de cerveja numa terça-feira, usou cocaína e foi para o jogo no domingo quando foi pego no dopping e o contrato rescindido.
Em 2007, Casagrande também sofreu o mesmo pesadelo, embora seu problema tenha acontecido fora dos gramados. Casagrande foi internado diversas vezes, teve 4 overdoses e só conseguiu se recuperar nesse ano de 2009, retornando a Rede Globo como comentarista.
Como disse Sócrates, "jogador não pode se sentir um semi-deus, porque o jogador é só um personagem e se ele tomar conta da pessoa, ele destrói".
É preciso investir em educação nas categorias de base para não caírem na boemia, drogas e o ostracismo quando se aposentar.
O sonho de ser jogador de futebol também pode ser um pesadelo...
Romário, Edmundo, Mario Sergio, Leivinha, Pelé, Marcelinho Carioca, Raí, os nomes são muitos mas como é ser jogador no Brasil?
A vida nas quatro linhas pode ser o céu ou muitas vezes o inferno. Quem não sabe que Garrincha morreu alcoólatra e pobre? Paulo Cesar Caju que terminou a carreira na bebida e nas drogas?
Essa realidade talvez seja porque ao contrário do que acontece nos EUA, por exemplo, pra ser jogador os estudos ficam de lado e monstros como Ronaldo, sequer terminam o ensino médio.
A carreira de jogador de futebol leva as baladas, bebidas, drogas, mulheres e a falta de instrução o que deveria ser banido da carreira pelo bem da garotada que está entrando agora nesse sonho.
Muitos conseguiram se firmar na carreira, mas e a hora de parar?
Há um ditado no meio do futebol que diz que jogador morre duas vezes: quando para de jogar e quanto morre de verdade. Mario Sergio em entrevista chegou a dizer que é treinador de futebol não por que quer mas por que não tem opção.
Neto, craque corintiano e hoje comentarista na Band, disse a mulher quando foi indagado sobre o que iria fazer ao se aposentar e neto respondeu: "O que eu vou fazer agora? F***-se! De fome eu não vou morrer!
Neto sempre teve problemas com peso e contusões encerrando a carreira em 1999 aos 33 anos.
A droga também pôs fim a carreira de muitos craques. Maradona, Dinei (ex-Corinthians)
Caju, entrou nas drogas numa viagem de navio e passou 17 anos como usuário. Contou com a ajuda do amigo Cláudio Adão que se decepcionou com a recaída de Caju , que só parou com as drogas após dscutir com a mãe em certa ocasião e viu que o caminho era seu fim.
Dinei, entrou na cocaína aos 16 anos. Sua vida caiu em desgraça quando ao assinar um contrato com o Coritiba em 1996. Sua estreia seria no domingo contra o Juventude e durante uma festa de uma famosa marca de cerveja numa terça-feira, usou cocaína e foi para o jogo no domingo quando foi pego no dopping e o contrato rescindido.
Em 2007, Casagrande também sofreu o mesmo pesadelo, embora seu problema tenha acontecido fora dos gramados. Casagrande foi internado diversas vezes, teve 4 overdoses e só conseguiu se recuperar nesse ano de 2009, retornando a Rede Globo como comentarista.
Como disse Sócrates, "jogador não pode se sentir um semi-deus, porque o jogador é só um personagem e se ele tomar conta da pessoa, ele destrói".
É preciso investir em educação nas categorias de base para não caírem na boemia, drogas e o ostracismo quando se aposentar.
O sonho de ser jogador de futebol também pode ser um pesadelo...
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