EFEITO SUSPENSIVO É REVOGADO


São Paulo obteve sucesso na tentativa de conseguir um efeito suspensivo para que Dagoberto, Borges e Jean pudessem entrar em campo até a data do julgamento do recurso - já marcado para a próxima quinta-feira. No entanto, o Tricolor ficou com sentimento de derrota. De acordo com o parágrafo quatro do artigo 53 da Lei Pelé, a liminar só começa a valer depois de os jogadores terem cumprido duas partidas de suspensão.

Como ficaram fora contra o Vitória, sábado passado, no Morumbi, os três atletas são-paulinos não poderão entrar em campo no próximo domingo, quando o time enfrenta oBotafogo, às 17h (de Brasília), no Engenhão. As informações são do site Justiça Desportiva.

O auditor Francisco Müssnich, um dos integrantes da segunda instância do tribunal, ficou de analisar nesta quinta-feira o pedido de efeito suspensivo do departamento jurídico do Tricolor e ainda não definiu a situação dos jogadores para o jogo contra o Botafogo, no domingo, dia 22. Müssnich ainda determinou que o recurso seja julgado na próxima quinta-feira, dia 26, no Pleno.

No fim da tarde, foi divulgada a notícia de que, com o efeito suspensivo, o clube tinha assegurado o direito de escalar os jogadores, que na quarta-feira foram punidos com gancho de três jogos cada por conta de suas expulsões no empate com o Grêmio. No entanto, logo em seguida, sob alegação de que houve uma precipitação da Secretaria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), foi noticiado que a decisão ainda estava sob definição.

No pedido de efeito suspensivo, a defesa são-paulina argumentou que não foram levadas em consideração atenuantes, como serviços prestados à seleção brasileira e primariedade dos réus, além de afirmar que os auditores foram induzidos por comentários da imprensa ao considerar um sorriso de Dagoberto no lance de sua expulsão como agravante.

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