GARÇONETES NUAS, MARKETING OU APELAÇÃO?
Que um projeto bem feito de marketing pode dar o sucesso de um negócio, quem é da área sabe, mas uns chegam a exagerar.
A rede de restaurantes HOOTERS, explora um marketing desde 1983, muito comum na Holanda, garçonetes sprovocadoras, as Hooters Girls. Atendem os clientes de um modo mais provocante, afim de conquistar novos frequentadores. A rede funciona assim durante a semana e nos finais de semana volta ao tradicional, atendendo toda a familia.
Mas o problema todo da discussão se é marketing ou apelação está os EUA onde a concorrências entre os cafés virou guerra! Está valendo praticamente tudo nessa guerra para enfrentar a gigante Starbucks, que domina o mercado das cafeterias naquele país. A Cowgirls
Espresso, que fica em Tukwila, cidade vizinha a Seattle, Estados Unidos, onde nasceu a Starbucks, apelou para garçonetes quase nuas, vestidas apenas com tops e saias curtas, para
atrair mais clientes e concorrer com a gigante adversária, como testemunhou a agência Associated Press. Nos últimos dias, havia longas filas de carros na frente do "drive-through" do Cowgirls Espresso. Uma das garçonetes, Candice Law, usava trajes provocativos e estava na janela do estabelecimento e Toni Morgan, outra garçonete, vestia um top e parecia conhecer todos os clientes. No entanto, a maioria dos homens se negou a divulgar seu nome ou dar entrevista, claro, mas o caminho da farra eles conhecem bem.
"Ninguém quer admitir para suas mulheres que esteve aqui", comentou uma das garçonetes. A Starbucks inaugurou em 2007, em São Paulo, as suas primeiras franquias brasileiras. Então Hooters outra concorrente em território nacional resolveu usar do mesmo expediente da Cowgirls Espresso e brindar a freguesia com garçonetes igualmente ousadas. E pelo jeito até hoe tem dado certo.
Mas será que essa tática de ponto-de-venda de produto (comestível ou não) fará frente à Starbucks? Sempre há uma razão para ser perder mercado e não é com garçonetes peladas que se reconquista. No caso, o que vocês imaginam como motivo? Teria sido o produto em si? Preços não competitivos? Nível do serviço? Esse público que eles estão atraindo era o frequentador da concorrente? Acredito que não. Continuo acreditando em estratégias mais criativas, modernas e inteligentes para seduzir os consumidores dos produtos (comestíveis ou não), ideias revolucionárias capazes de atrair o público certo aumentando as vendas e não transformado os cafés em boates de strip-tease de forma apelativa.
A rede de restaurantes HOOTERS, explora um marketing desde 1983, muito comum na Holanda, garçonetes sprovocadoras, as Hooters Girls. Atendem os clientes de um modo mais provocante, afim de conquistar novos frequentadores. A rede funciona assim durante a semana e nos finais de semana volta ao tradicional, atendendo toda a familia.
Mas o problema todo da discussão se é marketing ou apelação está os EUA onde a concorrências entre os cafés virou guerra! Está valendo praticamente tudo nessa guerra para enfrentar a gigante Starbucks, que domina o mercado das cafeterias naquele país. A Cowgirls
Espresso, que fica em Tukwila, cidade vizinha a Seattle, Estados Unidos, onde nasceu a Starbucks, apelou para garçonetes quase nuas, vestidas apenas com tops e saias curtas, para
atrair mais clientes e concorrer com a gigante adversária, como testemunhou a agência Associated Press. Nos últimos dias, havia longas filas de carros na frente do "drive-through" do Cowgirls Espresso. Uma das garçonetes, Candice Law, usava trajes provocativos e estava na janela do estabelecimento e Toni Morgan, outra garçonete, vestia um top e parecia conhecer todos os clientes. No entanto, a maioria dos homens se negou a divulgar seu nome ou dar entrevista, claro, mas o caminho da farra eles conhecem bem.
"Ninguém quer admitir para suas mulheres que esteve aqui", comentou uma das garçonetes. A Starbucks inaugurou em 2007, em São Paulo, as suas primeiras franquias brasileiras. Então Hooters outra concorrente em território nacional resolveu usar do mesmo expediente da Cowgirls Espresso e brindar a freguesia com garçonetes igualmente ousadas. E pelo jeito até hoe tem dado certo.Mas será que essa tática de ponto-de-venda de produto (comestível ou não) fará frente à Starbucks? Sempre há uma razão para ser perder mercado e não é com garçonetes peladas que se reconquista. No caso, o que vocês imaginam como motivo? Teria sido o produto em si? Preços não competitivos? Nível do serviço? Esse público que eles estão atraindo era o frequentador da concorrente? Acredito que não. Continuo acreditando em estratégias mais criativas, modernas e inteligentes para seduzir os consumidores dos produtos (comestíveis ou não), ideias revolucionárias capazes de atrair o público certo aumentando as vendas e não transformado os cafés em boates de strip-tease de forma apelativa.
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