Após polêmica com invasores, René Simões decide deixar a Portuguesa
René Simões não resistiu à derrota da Portuguesa por 2 a 1 para o Vila Nova, aos protestos da torcida na arquibancada e à invasão ao vestiário por conselheiros armados após a partida. De acordo com a assessoria de imprensa do clube, o treinador, que denunciou o caso em entrevista coletiva ainda na terça-feira, preferiu deixar o comando técnico da equipe.
O presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, ainda tentou segurar o treinador no cargo, mas René Simões argumentou que sua decisão era irrevogável e não cedeu à tentativa do dirigente em mantê-lo no clube.
René estreou na Portuguesa na derrota por 3 a 1 para o Vasco. O treinador também esteve à frente da equipe no empate de 3 a 3 com o Campinense. Na 9ª colocação da Série B, a equipe passa por situação cada vez mais complicada. Já são seis jogos sem vitória, sendo cinco derrotas (ABC, Juventude, Duque de Caxias, Vasco e Vila Nova-GO), além do empate com o time da Paraíba.
A última vitória da equipe foi sobre o Guarani, por 4 a 3, no dia 28 de julho. O pedido de demissão de Simões é mais um resultado da cobrança aos jogadores da Portuguesa nos vestiários do Canindé. Através de nota, a Portuguesa disse que identificou o homem que entrou no espaço reservado aos atletas, mas disse que não houve invasão. A promessa é de que o clube abra um Boletim de Ocorrência para que a polícia investigue o episódio.
De acordo com o clube, o conselheiro Antônio José Vaz Pinto, conhecido como Toninho da Divena, teve acesso ao vestiário acompanhado pelo conselheiro Vitor Manuel Macedo Diniz, o Vitinho, e por dois seguranças pessoais (policiais militares). "Eles foram liberados após se identificarem à segurança do clube, como acontece em todos os jogos".
"Surpreendendo a todos, já que o conselheiro sempre foi uma pessoa ponderada, Antônio José Vaz Pinto proferiu impropérios ao grupo de jogadores e membros da comissão técnica, demonstrando total descontrole", revela a nota. Segundo a direção da Portuguesa, a atitude de Toninho da Divena é "inaceitável e totalmente reprovável".
Do UOL Esporte Em São Paulo
O presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, ainda tentou segurar o treinador no cargo, mas René Simões argumentou que sua decisão era irrevogável e não cedeu à tentativa do dirigente em mantê-lo no clube.
René estreou na Portuguesa na derrota por 3 a 1 para o Vasco. O treinador também esteve à frente da equipe no empate de 3 a 3 com o Campinense. Na 9ª colocação da Série B, a equipe passa por situação cada vez mais complicada. Já são seis jogos sem vitória, sendo cinco derrotas (ABC, Juventude, Duque de Caxias, Vasco e Vila Nova-GO), além do empate com o time da Paraíba.
A última vitória da equipe foi sobre o Guarani, por 4 a 3, no dia 28 de julho. O pedido de demissão de Simões é mais um resultado da cobrança aos jogadores da Portuguesa nos vestiários do Canindé. Através de nota, a Portuguesa disse que identificou o homem que entrou no espaço reservado aos atletas, mas disse que não houve invasão. A promessa é de que o clube abra um Boletim de Ocorrência para que a polícia investigue o episódio.
De acordo com o clube, o conselheiro Antônio José Vaz Pinto, conhecido como Toninho da Divena, teve acesso ao vestiário acompanhado pelo conselheiro Vitor Manuel Macedo Diniz, o Vitinho, e por dois seguranças pessoais (policiais militares). "Eles foram liberados após se identificarem à segurança do clube, como acontece em todos os jogos".
"Surpreendendo a todos, já que o conselheiro sempre foi uma pessoa ponderada, Antônio José Vaz Pinto proferiu impropérios ao grupo de jogadores e membros da comissão técnica, demonstrando total descontrole", revela a nota. Segundo a direção da Portuguesa, a atitude de Toninho da Divena é "inaceitável e totalmente reprovável".
Do UOL Esporte Em São Paulo
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