Foxconn tem greve em Jundiaí por problemas na alimentação



Jundiaí – Denúncia da distribuição de refeições de má qualidade fez mais de 2000 mil funcionários da Foxconn Jundiaí paralisarem suas atividades por três horas na quarta-feira passada.
As atividades da empresa só foram retomadas quando houve a garantia da substituição do fornecedor de alimentos. Em nota à imprensa, a Foxconn esclareceu que a fornecedora Gran Sapore será substituída pela GRSA, e até que a troca aconteça, irá fiscalizar o "rango" de seus funcionários com maior rigor.
Essa não é primeira reclamação por parte dos funcionários sobre suas condições de trabalho. No mês de abril, a empresa foi alvo de críticas por falta de água, qualidade das instalações do restaurante que a companhia oferece e do transporte disponível.
Mais cedo, no mês de fevereiro, o presidente mundial da Foxconn, Terry Gou, declarou em um programa de TV de Taiwan que os brasileiros não costumam trabalhar tanto, pois estariam vivendo em um paraíso. Além disso, dois anos antes, o executivo havia comentado que não considerava abrir fábricas no Brasil pois, supostamente, os trabalhadores brasileiros deixam de produzir para dançar músicas ou para assistir a jogos de futebol.
Será que o brasileiro que trabalha pouco ou são os orientais que estão acostumados e serem "escravizados"?  Essa prática é muito comum em países asiáticos como China e Taiwan, onde se trabalha quase 18 horas por dia ou mais e em condições subumanas.

Até menores de idade já foram pegos trabalhando na multinacional chinesa. Vale lembrar que a Foxconn irá inaugurar uma outra unidade em Itu/SP já no ano que vem.

Mais problemas à vista...

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